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CHESF, 68 ANOS. “NÃO HÁ EX-CHESFIANOS.UMA VEZ CHESFIANO, SEMPRE CHESFIANO!”

Homenagem da Câmara e reunião da Diretoria e Conselho de Administração em Paulo Afonso


A Chesf – Companhia Hidro Elétrica do São Francisco, criada pelos Decretos-Leis 8.031 e 8.032, de 03 de Outubro de 1945 e organizada em 15 de Março de 1948 e cujas primeiras usinas foram construídas em Paulo Afonso a partir de 1949, foi homenageada pela Câmara Municipal de Paulo Afonso em sua sessão do dia 14 de Março.
A homenagem foi uma iniciativa do vereador Regivaldo Coriolano, aposentado da Chesf, que apresentou uma Moção de Aplausos à hidrelétrica do São Francisco, moção aprovada pela unanimidade dos 15 vereadores de Paulo Afonso e entregue ao Administrador Regional da Chesf em Paulo Afonso, Augusto Cezar Vieira.
À sessão compareceram gerentes e funcionários da Chesf e foram oradores, o professor Antônio Galdino, que falou em nome dos aposentados, por uma indicação do vereador Coriolano, o Administrador da Chesf, Augusto Cesar e o Gerente Regional de Operação, engenheiro Flávio Motta. 
Nesta sessão esteve ausente o vereador Antônio Alexandre dos Santos e dentre os outros quatorze edis presentes só não usou da palavra o vereador Manoel Messias (Manoel Carreira). Todos foram unânimes em ressaltar a importância da Chesf para o desenvolvimento do município, da região e do Nordeste e alguns aproveitaram a presença do Administrador Regional para reivindicar pedidos por eles encaminhados à gestão da empresa no município de Paulo Afonso.
Nos dias 15 e 16 de Março toda a diretoria da Chesf e ainda todo o Conselho de Administração da empresa tem intensa agenda de atividades em Paulo Afonso que incluem visitas às instalações da empresa, homenagem ao chesfiano pioneiro Hélio Gadelha de Abreu que dá seu nome a sala do complexo da Gerência de Operação, reunião com os empregados em comemoração aos 68 anos da hidrelétrica e reuniões de trabalho com os empregados da Regional Paulo Afonso e do Conselho de Administração da Chesf em Paulo Afonso, com a presença do presidente da Eletrobrás.
Vale ressaltar que as últimas reuniões administrativas da diretoria em Paulo Afonso aconteceram na gestão do presidente da Chesf o hoje deputado federal José Carlos Aleluia.
Hoje a Chesf deixou de ser uma empresa regional, a maior do Nordeste e se tornou uma das maiores do Brasil.
Da pequena Usina Paulo Afonso, inaugurada em 1955, com a produção total prevista de 180 megawatts que alguns de visão curta achavam ser energia demais, “suficiente para abastecer o Nordeste até o ano 2000”, como diziam, hoje produz mais de 10.700 megawatts de energia em 14 usinas hidrelétricas e uma termelétrica e já investe pesado na produção de energia eólica e solar e na construção de outras grandes usinas em outras regiões como a Usina de Belo Monte, na região Norte.
Se, a partir de 1955 houve uma mudança radical na região Nordeste que passou a ter a sua história contada em dois momentos bem distintos, o de antes e o de depois da Chesf, esse fenômeno também está acontecendo em outras regiões do país.
A empresa é orgulho de seus pioneiros trabalhadores e de jovens que nela começam a trabalhar agora. Os que trabalham na Chesf são chamados de chesfianos e os que dela saíram, aposentados, há muitos anos e mais recentemente, não aceitam serem chamados de ex-chesfianos: “ex-funcionários, sim. Ex-chefianos, nunca. Uma vez chesfianos, sempre chesfianos”.

TEXTO: Antonio Galdino "Folha Sertaneja"


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