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Que mancada IENH, e ainda se dizem evangélico com um festa dessa!

A resposta do filho de um porteiro aos alunos da festa "Se nada der certo" é uma das melhores coisas que apareceram nas redes sociais nesta semana até o momento

festa se nada der certo

SELIGANAMANDACADA!

Estudantes do 3º ano do ensino médio da Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH), no Rio Grande do Sul, promoveram, no último dia 17 de maio, uma festa intitulada “Se nada der certo”.
No evento, os jovens se fantasiaram com trajes que representam, segundo eles, profissões que seriam a última alternativa na vida de um ser humano. Ou seja, aquelas profissões só seriam uma saída na vida de alguém em que nada deu certo.

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Imagem relacionadaUma mancada pro colégio, por que deveria ser peguntar e se não existissem essas profissões?, quem iria fazer o trabalho deles?, pois não tem  essa de da certo, você é o que você corre atrás pra ser, mais até chega lá você da melhor forma que te faz vencer.
A mancando do colégio foi além, pois depois que as fotos vieram à tona, tanto os jovens como a escola receberam duras críticas nas redes sociais. A instituição de ensino chegou a remover do ar as imagens e divulgou um pedido oficial de desculpas.

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Agora, internautas lembraram que o Colégio Marista Champagnat, de Porto Alegre, foi o primeiro a trabalhar o tema “Se nada der certo” em uma festa promovida em 2015.

Em resposta, Márcio Ruzon, filho de porteiro, escreveu um belo texto em seu Facebook.

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Leia a íntegra abaixo, a cara de resposta de um filho de porteiro:
Ao Colégio Marista:
Meu pai aposentou-se como porteiro. O mesmo que vocês têm aí na entrada do Colégio, que os pais “que deram certo” passam e nem cumprimentam.
Então, falando do meu pai, ele trabalhava feito um condenado (aliás, mesmo depois que se aposentou teve que voltar à portaria pra completar a renda). O que meu pai recebia de salário era uma mensalidade que as famílias “que deram certo” pagam pra vocês ensinarem essa ética (ou falta dela) aos estudantes.
Ele tinha uma Barra forte preta e com ela ia de sol a sol, chuva a chuva, noite a noite, cuidar de fábricas ou de condomínios ao estilo que os alunos moram ou que os pais “que deram certo” trabalham como Diretores, Gerentes.
Aprendi a profissão com meu pai. Fui porteiro por anos. Vi o que é você comer em pé ou no banheiro porque não tem ninguém pra substituí-lo nos intervalos. Cansei de atender pessoas na guarita enquanto mastigava um ovo frio.
Já usei papelão como mesa em cima da privada para almoçar.
Colégio Marista, meu pai não deu certo. Criou três filhos junto com a minha mãe que ficava apreensiva em casa: -” Será que ele volta?” Porque meu pai pegava estradas perigosas de madrugada, aliando-se ao fato de muitas vezes cuidar de galpões abandonados,que era alvo de bandidos.

Mas ele não deu certo.